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Linhas de observação

Sociedade
Esta linha de observação designa as atitudes e os comportamentos dos seres humanos na sua relação com a segurança informática, frequentemente referidos como “fator humano”. Compreende os valores, as perceções e as ações de utilizadores, técnicos ou decisores neste domínio, no que se incluem também a educação e a sensibilização.

Economia
Por economia da cibersegurança entende-se a gestão dos recursos económicos disponíveis por parte das organizações no que diz respeito à prevenção de ciberameaças ou à reação a ciberataques. Uma linha de observação neste campo engloba os custos, os investimentos e o mercado em termos de oferta e procura.

Políticas Públicas
Um dos objetivos do OCS é fornecer dados para a criação de políticas públicas informadas e conscientes do estado do país nesta matéria. Ao mesmo tempo, pretende mapear as políticas que são desenvolvidas de modo a fornecer um panorama e uma comparação entre países, identificando claramente a posição de Portugal a este respeito. A linha de observação Políticas Públicas pretende dar resposta a esta necessidade.

Ética e Direito
A cibersegurança coloca novos problemas legais, fruto do efeito da transformação tecnológica na sociedade. A par desta questão, mas não se reduzindo a ela, surge a ética, enquanto esfera que reflete sobre o comportamento justo ou correto. Esta linha de observação incide sobre os desafios que a segurança informática coloca a estes dois domínios, considerando a construção de quadros legais e de valores.

Conflitos
A cibersegurança diz respeito, por definição, a conflitos, isto é, a incidentes que podem representar ameaças à segurança informática. Existem vários tipos de ameaças, de agentes ameaçadores, de organizações-alvo ou de estilos de ataque. O OCS procura perceber estas variáveis e as suas relações e padrões ao longo do tempo. Uma linha de observação dedicada a estes aspetos é essencial para desenvolver estratégias de proteção do ciberespaço.